Drogas podem ser recreativas?

drogas recreativasEu não sou ninguém para dizer o certo ou errado e até mesmo para guiar alguém para algum caminho. Porém, seria leviano de minha parte não passar alguns dos aprendizados que tive conjuntamente com a espiritualidade, seja de quando eu era da assistência ou agora que sou do corpo mediúnico.

Algumas coisas preocupam de forma extrema muitos pais e mães, o caso dos filhos usarem drogas. Na visão espiritualista as drogas são terríveis e acarretam não só danos físicos e emocionais, mas também danos espirituais diversos.

Em nossa vida cotidiana, nessa época contemporânea, o que mais vemos são movimentos para liberação do uso de drogas, sua descriminalização e afins. Concordo que o dependente químico não pode ser tratado como um marginal, mas sim como um doente que precisa de cuidados. Também acredito que de certa forma uma descriminalização, ou melhor, uma legalização e legitimação das drogas por autoridades idôneas pode acabar com parte da violência que ocorre pelo tráfico de drogas. Como as substâncias serão liberadas e legalizadas, poderão ser compradas em um comércio próprio para tal, com regulamentação e até mesmo ajuda na arrecadação de impostos. Pode-se até destinar parte destes novos impostos para o tratamento dos próprios dependentes. Isso é algo que já deveria – não sei se é feito – ser feito também para fumantes e alcoólatras.

Porém, o uso de substâncias alucinógenas, narcóticas ou viciantes causa muito mal. Não só pelos malefícios da própria substância no corpo físico, mas por atrair vibratoriamente entidades afins com esse propósito. Por exemplo: O consumo de álcool, mesmo que de forma recreativa, gera certa perturbação do campo emocional e espiritual da pessoa. Essa perturbação se manifesta como uma vibração, certa frequência, que atrai uma entidade espiritual que está vibrando da mesma forma. Isso vale para tudo, inclusive para a oração. Porém, pelo que sabemos quem está orando atraí um espírito em oração também, um espírito mais elevado, um espírito mais ligado à espiritualidade e a melhora moral. Agora, um espírito que ainda precisa da vibração alcoólica, nem sempre – nunca – é benéfico né?

Essa entidade atraída, vibrando na mesma frequência se aproxima do usuário de bebidas e começa a fazer troca de emanações energéticas, eflúvios espirituais e afins. Isso quer dizer que os vibriões da mesma, seus miasmas e larvas astrais também são compartilhados. Quem gostaria de se sujar, por livre e espontânea vontade, em um local infestado de bactérias e vírus prejudiciais para a saúde? Quem iria se submeter de livre vontade a mergulhar em uma piscina contendo diversas larvas, micróbios e baratas? Pois é exatamente isso que ocorre, mas de forma inconsciente.

Claro que não estou falando para deixarem de beber, fumar ou usar alguma substância. Estou apenas dando a minha visão, pautado no conhecimento que angariei. De certa forma, o álcool e o fumo são liberados e atraem basicamente espíritos desequilibrados e dependentes das mesmas substâncias. Já as drogas, são proibidas e possuem uma egrégora imensa de espíritos trevosos atuando nos bastidores para manter a coisa fluindo. Além de todas essas considerações que coloquei, ainda atraem espíritos violentos, ligados aos traficantes e aos criadores das drogas. Atraem espíritos ligados a cobiça e a ganância dos que mantêm o tráfico, mesmo sabendo do mal que as drogas causam as famílias.

Isso é prejudicial para todos, mas se você for médium é ainda pior. Como sua sensibilidade é um tanto maior, poderá ser utilizada por essas entidades negativas de formas muito cruéis. Causando mal a muitos pela garantia de manter sempre um suprimento de tóxicos e narcóticos.

Duas refutações que vejo ocorrerem são:

1 – Eu uso drogas só por recreação. Só fumo um “baseado”.

2 – As Religiões usam drogas, como o Daime.

Olha, para as duas eu posso dizer apenas uma coisa: Desculpa esfarrapada!

Exatamente isso, no primeiro caso, não há droga recreativa. Se ela atuou no seu mental e de alguma forma modificou seu padrão normal, você acabou de se tornar escravo da substância. Escravos só tem uma função: Servir! Não há essa de que não faz mal, faz sim! Mas se a pessoa usar uma substância, o que podemos fazer? Deixe-a cargo da sua própria evolução e do seu próprio Karma. Ajude-a se a mesma quiser ou precisar de ajuda, mas não a force a nada. A vida é dela, até mesmo para estraga-la.

Quanto à desculpa que as religiões usam as drogas, cabe na mesma resposta. O álcool usado não é de fora ingerida e o tabaco não deve ser usado de forma leviana. Existe princípio no tabaco, como explico em outro artigo. Mas por exemplo chá de Santo Daime (Ayahuasca), Vinho de Jurema, Peyote e outras substâncias, são utilizados apenas dentro de estruturas ritualísticas e nunca de forma profana, para dar um barato.

Realmente fico preocupado com a banalização de algo assim. Fico imaginando as repercussões no plano astral e suas futuras sequelas a nossa sociedade. É imperioso pensar que existe um exército de entes negativos que se preocupam em causar sofrimento, isso é real. Também, só depende de nós mesmos minarem as suas forças, os mesmos precisam de nós e de nossas emanações doentias para se nutrirem. Sem acesso a essa alimentação energética, esse câncer também morre.

Pense nisso, reflita com cuidado e comete no nosso post sua opinião.

Terapeuta Natural (Naturopata) e futuro Acupunturista, Idealizador do blog Perdido em Pensamentos e pretenso escritor. Geminiano com ascendente em Leão e lua em Touro, acredita que toda forma de estudo é importante. Médium umbandista e eterno questionador, tem interesses em temas como: Espiritualidade, Espiritismo, Umbanda, Magia e Terapias Naturais. É apaixonado pela cidade de São Paulo, onde tudo é possível. Colecionador de livros, principalmente sobre Umbanda (quanto mais antigo melhor).

Douglas Rainho

Terapeuta Natural (Naturopata) e futuro Acupunturista, Idealizador do blog Perdido em Pensamentos e pretenso escritor. Geminiano com ascendente em Leão e lua em Touro, acredita que toda forma de estudo é importante. Médium umbandista e eterno questionador, tem interesses em temas como: Espiritualidade, Espiritismo, Umbanda, Magia e Terapias Naturais. É apaixonado pela cidade de São Paulo, onde tudo é possível. Colecionador de livros, principalmente sobre Umbanda (quanto mais antigo melhor).

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  • Iracema

    Sim vc esta certo em sua colocaçao.

  • Pergunta básica,

    Porquê o fumo é amplamente usado por entidades se nessa linha de raciocíonio ele nos conectaria a espíritos de baixas vibrações?

    Outro ponto porquê não encaramos com seriedade o fato de que o tabaco afeta o nosso corpo seja no trabalho mediúnico ou não?

    • Lucas, o fumo não é amplamente utilizado pelas entidades. Existem entidades específicas que se utilizam do Tabaco em uma condição ritualística. O que coloca baixos espíritos “conectados” não é a substância, mas a deturpação da mesma e seu uso de forma irrestrita e irresponsável. O tabaco já era utilizado ritualisticamente antes dos europeus chegarem na América e não haviam viciados em tabaco.

      O Tabaco afeta e isso é encarado de forma séria, em terreiros sérios. Não sei por onde você tem se baseado par as perguntas, em uma experiência pessoal ou em um terreiro que conheceu, mas entidades não fumam cigarros industrializados, quando você vir alguém fazendo isso, tenha a certeza que é o médium em desequilíbrio.

  • 1-Se um medicamento está sendo usado de maneira errada por uma pessoa mesmo com indicação médica o seu efeito não seria o mesmo de uma droga? Não estaria da mesma maneira vibrando em energias densas?

    2- A Liamba(Maconha) foi usada como erva de poder no nascimento de vários culto afro-brasileiros. Qual é a diferença desse tipo de uso para o uso recreativo? Se fosse religioso afetaria o corpo e espírito de maneira diferente?

    • Lucas,

      1 – Sim, tem o mesmo efeito. O medicamente é uma droga, assim como é descrito na farmacopéia.
      2 – Não sei de onde vem essas fontes, mas tudo é baseado na mesma regra do cigarro como respondi no outro comentário. Não tem porque uma entidade usar de uma substância proibida pela lei dos homens.